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De primeira, vocês observam duas mulheres brancas com faixas no rosto (visualmente, uma pequena referência ao filme Goodnight Mommy), enquanto conversam sobre cirurgia plástica. A primeira crítica é vista aqui, a idealização do rosto/corpo perfeito.

Enquanto elas estão dirigindo, encontram a cabeça de The Weeknd no meio da estrada, elas saem e começam ter uma conversa, em nenhum momento elas se perguntam oque aconteceu com a vida daquele homem, só falam o quanto ele era sexy e gostoso.

Logo depois, elas começam a procurar, nos classificados, a vítima ideal para cumprir com os seus objetivos: Um homem negro forte e musculoso.

Isso também mostra o quanto o próprio The Weeknd é sexualizado, ele nunca apareceu sem camisa publicamente, mas diversas pessoas tem a idéia de que ele é musculoso.

Em seguida, na intenção de terem o The Weeknd sexualmente, as duas cortam a cabeça do outro homem para substituírem pelo cantor.

De forma explícita, as duas começam a fazer sexo com o corpo. Abel Tesfaye não minimizou ou deixou nas entrelinhas a mensagem que queria passar no clipe.

“Mulheres brancas não querem namoro, casamento ou filhos com nós que somos pretos, é apenas uma diversão e se elas se apaixonarem, durará pouco tempo, mas nada sério porque preto não é uma pessoa para o amor, mas para o sexo.” – Sara Próton

O clipe perfeito para quem quer ver um exemplo perfeito do racismo fetichista. “A mudança na imagem do homem negro será gradativa e provavelmente demorada, mas The Weeknd tem feito sua parte.”

Escrito e publicado por : Helena Fernandes

XO, TWBR

21 de setembro